sábado, 5 de maio de 2012

A residência Estudantil e as primeiras imagens.





Quando entrei na residência achei que teriam varias pessoas de outras nacionalidades para tentar usar o meu “portuglês”, mas pelo contrario, tinham 3 “brazucas” que se tornariam ótimos amigos. Rafael Marcos, Netto e Antonio. Me virei para falar com a Carmel, proprietária do “homestay”.
Agora começa a parte ruim. Quando perguntei para os “brazucas” onde estudavam, fiquei sabemd que estudavam na mesma escola, até ai tudo bem, mas quando me falaram que levava cerca de 1 horas apé até a escola fiquei de “cara”. Um deles me disse como chegará lá, era so descer a nossa rua, caminhar até o trilho das Luas e virar a esquerda. Ok!
Fui dormir cedo, pois estava muito cansado e queria sair cedo para a escola no outro dia. O ruim foi no dia seguinte, errei o caminho e caminhei por aproximadamente 2 horas até achar a bendita escola. E neste meio tempo fui pedir informação para uns nativos, imagina um inglês que eu já custava a entender com o chefe coreano, agora no sotaque Irish. Enfim, so entendi: “you – there- right - Luas”, só isso, kkkkkkkkkkkkkkkk.
Quando cheguei na escola fiz um teste simples, mas para mim complexo e acertei somente uma. Então, fui falar com a diretora, super gente fina, que ficou assustada quando comecei a falar meu péssimo inglês e questionou-me: “Why missed it? You are speak English”. Meu problema é a bendita gramática, bom fui para o Beginner e foi a melhor coisa que fiz.
Voltando ao assunto moradia, que foi muito complicado, por que comprei 1 semana de moradia ao lado da escola, 5 minutos da escola e quando cheguei aqui além de terem me passado o endereço errado, eu ainda fui colocado em uma moradia a 50 minutos de caminhada. Cerca de 4,7km, vocês tem noção? A primeira semana, meu pezinho deu até calo de sangue pra terem ideia.
Enviei emails para a agencia reclamando, mas não responderam, enquanto isso eu louco procurando um lugar onde morar, afinal eu só tinha uma semana. Quando consegui ligar na agencia, descobri que tinha ganhado uma semana por causa deste transtorno. Eu como não tenho muitas papas na língua, briguei com eles, como poderiam ter vendido algo que não existe. Isso mesmo pessoal, não tem moradia disponível ao lado da escola.
A agencia AGBR, mentiu para mim e o pior que descobri que não foi somente para mim. Conheci na mesma residência estudantil o Bruno e a Juliana, 2 paulistas que também vieram pela mesma agencia e que também teriam comprado a sonhada residência a 5 minutos da escola. Falando com eles, descobri que não queria dar mais uma semana para a Juliana, pois o agente, “engraçadinho”, disse que não tinha nada disso no contrato. Logo fui verificar meu histórico do “MSN” e estava tudo La. A promessa de residência a 5 minutos da escola.
Tirando este transtorno, fiz ótimas amizades na residência, curtir bastante com meus amigos. Conheci 2 Árabes, pensa nuns caras doidos. O Ahmad e o Abdulrahim, o primeiro morava na mesma casa que eu estava e o segundo na casa da Land Lord (dona da casa). O que morava junto comigo dava festas todos os dias, aquele cheiro de marijuana se espalhava pela casa inteira.
Fizemos jantar de despedida para o Antonio. Alias, eu fiz ne, por que mais ninguém manjava cozinhar. Uma macarronada que tava gostosa viu, mas não sei se era a fome.
Na primeira semana da residência, como eu disse, fiquei meio louco para achar um lugar para morar e sai a procura. Procurei nos site que afim indicado (daft.ie), fui na escola procurar no mural e nada. Cheguei a visitar algumas casas, mas quando vi o estado das casa não me imaginei morando La. Uma delas tinha até camisinha na sala, detalhe que estava usada, era 4 sul-africanos da na casa.
Um belo dia, depois de varias horas de caminhada para procurar casa, estava voltar par a residência e trombei com 3 brasileiros na rua. Como não sou nem um pouco “cara de pau”, fui logo me apresentando e perguntando se sabiam de alguma vaga, vocês não imaginam, eles tinham acabado de alugar um apé, estavam indo para La naquele momento e tinha uma vaga. Na hora falei que queria e fui conversar com eles e talz. Aliviado, fechei um lugar pra morar.
Um dia fui sair com a Juliana, o Bruno, o Didi e a Nathalia, fomos para o Templo Bar Pub. Ficamos bebendo e conversando. Acredita que me ofereci para tirar uma foto de um casal de gringos e estraguei a maquina deles? Putz e o cara era grande. Mas eles eram muito simpáticos, o cara brincou comigo e se sentaram na mesma mesa que a gente. Ficamos praticando o inglês e dando risada. Essa foi a primeira vez que sai na Irlanda. Cultura totalmente diferente.
Enfim, tirando alguns transtornos, as 2 primeiras semanas em Dublin foram para conhecer e adaptar a rotina de um intercambista. Ver que não sabia nada de inglês, ver que os brasileiros se ajudam sim e que caminhar faz bem para as pernas.

domingo, 15 de abril de 2012

O vôo

Como marinheiro de primeira longa viagem de avião. Escolhí o acento da janela, porque estava doido pra ver chegar os lugares que sempre sonhei em estar. Acho que ficar na janela nem sempre é a melhor opção.

O legal é que o cara que estava ao meu lado era muito gente boa. O cinegrafista Havita sabia falar espanhol e logo fizemos amizade com os comissários de bordo. Já viu ne, depois amigos é só pedir mais uma garrafa de vinho, mais uma, mais uma e mais uma, que você dorme bem durante quase toda a viagem e no final, quando esta quase pousando você abusa e pede um Chandon.

Fiz a conexão em Madri, andei por uns 900 metros em praticamente linha reta dentro do lindo aeroporto. Até achar o portão de embarque, foi um parto, era um tal de R8, R22, R1903, Rpihh. Quando encontrei o portão de embarque ainda faltavam uns 10 minutos para o embarque, tempo suficiente para tomar o Chandon e deixar vários Brasileiros que eu já tinha identificado com inveja.

O avião de Madri para Dublin, como posso dizer, era menor que os aviões da Azul. Encontrei minha poltrona e quem estava ao lado, Brasileiro claro. Cochilei e depois veio o serviço de bordo, pedi “una ceveza” e terminei de dormir todo o voo.


Ao pousar em Dublin, o frio na barriga começou. Deixei tanta gente que amo muito longe pensando se eu vou voltar ou não. Mas estou em um caminho novo, preciso viver esse tempo e aprender o que irá me levar de volta querendo um futuro melhor (filosofei).

Pensava que era muito frio, o tempo todo o maior frio, mas quando cheguei tinha sol e nem precisei colocar o sobretudo imediatamente. Pensa em alguém que estava mais perdido que cego em tiroteio? Era eu procurando como sair e procurando a imigração, minha cabeça ainda não pensava que era tudo em inglês. Ouvi alguns brasileiros falando bem perto e acabei seguindo eles.


É constrangedor chegar na sala de imigração, por que é tudo separado e parece que nós brasileiros (que acabamos sustentando este país) somos jogados para a fila de “não europeus”. Quando foi minha vez, o cara pediu pra tirar foto, me perguntou quanto eu tinha de dinheiro e me deu 3 meses de visto de estudante. Todos os meus amigos aqui ganharam somente 1 mês.

Eu tinha contratado transfer, pois como saberia chegar na minha residência estudantil. Sai do aeroporto e fui procurar alguém pra perguntar como iria para aquele endereço, rasguei meu inglês com um segurança que começou a falar mil coisas que não entendi nada. Voltei para o desembarque vi uns brasileiros e fui perguntar, achei um cara que fazia transfer e que me cobrou 10 conto.


Entramos no carro e ao sair do estacionamento o primeiro susto “vai bater, ta na contramão”, gritou a menina do meu lado. (muitos risos) e explicamos para ela que era mão inglesa. É muito estranho andar na contramão. 15 minutos chegamos a residência, toquei a campanhia e ninguém apareceu. Sentei ali na porta e fiquei esperando.

Passados 2 horas e meia e apareceu um velho, branquelão, alto. Ele veio em minha direção e eu gaguejando falei: “Sorry, I’m from Brazil and I am student”. Ele falou um punhado de coisa que não entendi, eu mostrei os papeis da escola e da acomodação. Entendi que não era ali e com toda atenção e carinho ele ligou para o telefone da residência e então me disse onde era.


Passaram-me o endereço errado. Ainda bem que quem tem boca vai a Roma.

segunda-feira, 26 de março de 2012

O embarque

A despedida de minha mãe foi bem difícil. Passar aqueles dias com ela e com minha família fez-me pensar, em várias atitudes que eu sempre tive. Fez-me lembrar do quanto é bom o colo da mãe, o quanto estar ali perto da família é importante e faz tão bem para o coração.

Cada um dos que estavam ali (Stella, Pedro, Lucas e Mamãe) deram-me um abraço apertado e gostoso. A “veia” disse o sermão de todas as despedidas: “Tenha juízo, não faça nada de errado, seja feliz, estude e viva sua vida”.

O primeiro “perrengue” já aconteceu antes de sair de casa, olhei na net se tinha passagem para Brasília, tinha 17 livres, 25 minutos depois tinha só 4. Sai correndo para a rodoviária, não olhei para trás e quando cheguei tinha acabado todas as passagens. L Mas tinha um ônibus que passaria 00:30hs, pois bem, seria esse que começaria a maior viagem da minha vida. Fiquei ali, sentadinho, vendo o “Globo Reporter”, passou 1 hora, 2 horas e nada do infeliz carro de vários lugares aparece. E num é que aquela porcaria de ônibus demorou, demorou, e demorou e só passou as 2:30hs.


Primeiro problema passado, cheguei a Brasília e fui muito bem recebido. A Priscilla foi me buscar na rodoviária, nem vou comentar o estado delas “kkkkkk”. Aproveitamos para passar no extra para comprar alguns coisas para comermos, em uma distribuidora de bebidas pegamos alguns Lambruscos e fomos curtir o dia na piscina de sua casa. Os pais dela foram nos acompanhar, ficamos ali conversando, bebendo e comento. Teve até ovo cozido na água quente da piscina. Sério, a piscina com aquecedor solar estava 50º graus. Obvio que não ficamos dentro d’água. Aproveitei para pegar uma corzinha e manter aquele bronzeado do pecado.

Pensar muito em todos aqueles momentos e em que quero de minha vida. Passar aquele último final de semana com uma pessoa tão especial, fazia arrepiar até o dedão do pé a cada olhar que trocávamos. Tivemos 2 anos de muita intimidade, confiança, amizade, companheirismo e principalmente, muito amor. Cada segundo que estava com ela, fiquei aproveitando para olhar seu rosto, como o vento soprava teu cabelo, como sua buchechinha linda fica toda vermelhinha ao tomar sol, como teu sorriso ofuscava os raios daquele poderoso sol e gravar em um pente de 1 Terabyte na minha cabeça.

Fui surpreendido com uma inusitada pergunta: “Você vai chorar ao se despedir?”. Minha resposta foi simples: “não, por que é algo que será o melhor para mim, para todas as pessoas que estiverem ao meu redor e para quem quiser ficar ao meu lado no futuro”. Só que acho que minha resposta não foi a que queriam ouvir, mas fui sincero como sempre.

Fomos somente Priscilla e eu ao aeroporto, momento em que ficamos curtindo, falando coisas boas, almoçamos, rimos horrores, nos divertimos. A “treta” é sempre na hora do embarque, mas resolvi ser o mais curto possível para não ser o pior momento.

Recebi um abraço aconchegante, sabe aquele abraço que da vontade de não desgrudar mais? Então, foi um desses que recebi. Olhamos novamente um dentro dos olhos do outro, com olhares que falavam tudo o que sentíamos. Fiz questão de dizer “Até logo!”, acredito que qualquer outra frase se tornaria um martírio em meus pensamentos. Disse também “Vá e não olhe para trás, a próxima vez que me ver será o retorno”.

Fiz uma escala em São Paulo, cheguei em “Sampa” era 17:30hs e o avião para o velho continente só saía às 20:30hs. Pude aproveitar para comer o último açaí dos próximos meses, ligar para despedir dos familiares e suportar o atraso de mais um voo. Só saímos às 21:15hs. Enfim esta a caminho do velho continente.

Arrumando malas.


Como todos devendo imaginar, a Irlanda é muito fria em comparação com o nosso ensolarado Brasil. Lembro-me que quando fui morar em Campinas – SP para fazer faculdade, tive sérios problemas por causa do frio. Logo no primeiro ano de “facul” (2007), o inverno foi um dos mais rigorosos, dos então, 8 anos.

Pesquisei alguns sites para pegar dicas de como fazer as malas para morar em Dublin. A maioria dizia que não deveríamos levar tantas roupas. Fiquei me perguntando, mas como não levar roupas de frio???

Em um blog dizer o seguinte: “não leve 500 mil blusas, por que se você não mora no sul do Brasil, não terá roupas adequadas para se aquecer em um frio de mais ou menos 4º, -3º, no calor 14º”. Fiquei até com medo no inicio, mas logo passou.

Vi um vídeo de uma intercambista que ensinava a arrumar as malas, chamei a “mamis” e fomos organizar as “fuleragens” no mochilão. O vídeo dizia que deveríamos levar o essencial, não levar muito, porque é melhor comprar as roupas em lojas como uma tal de Penny’s são baratas e suportam o frio.

Quando estava fazendo a mala, minha velha ficava falando: “Meu filho, você vai passar frio La, leva essa blusa, aquela, tira essa camiseta”. Mas fiz uma única mochila, ficaria fácil de levar e tive que apertar muitas coisas. Felizmente, após alguns anos em São Paulo, tinha ótimas blusas e um ótimo tênis.

Escolhendo o intercambio




Tudo começou quando resolvi sair de onde trabalhava e que estava na hora de arriscar para dar um pulo na vida. Primeiro pensei em mudar de cidade e tentar conseguir algum bom emprego. Mas, sabendo que em minha área ter outra língua é fundamental, decidi ir atrás de um sonho. Fazer um intercâmbio na e prorrogar em alguns meses essa mudança, que sairá.

O interessante de fazer um intercâmbio, é que você vai passar vários “perrengues”, frio e terá que conviver com culturas diferentes. Ter uma experiência de vida em outro país aumenta, e muito, as chances de conseguir um ótimo emprego em sua área de trabalho. Conheço pessoas que não tinham experiência profissional em nada, mas após o intercambio conseguiram ótimas oportunidades. Incrivelmente só por causa destas “férias” em outro país.


Voltando ao assunto. Decidi que o país seria a Irlanda, por causa do valor, por que é na “Zuropa”, por que sempre li que era um país onde o povo é muito hospitaleiro e bagunceiro igual o Brasil. Então fui falar com alguns amigos que já viajaram, que já moraram em outros países, falei com um primo que também escolheu o mesmo país. Enfim, fiz uma grande varredura na net e em agencias de intercambio para saber detalhes sobre intercambio na Irlanda.

Tentei fazer por conta própria, mas achei muito complicado depois que recebi uns emails de algumas escolas, “embananando” toda minha cabeça. Fui procurar algumas agencias, fiz uma vasta pesquisa para descobrir uma ótima agencia (reservarei um post para comentários sobre a agencia que escolhi) e que estivesse dentro do orçamento. Fechei todo pacote e decidi que iria embarcar no inicio de Março, por que queria curtir o carnaval com meus amigos.

O grande problema é que o dia da viagem não chegava. Dava meu aniversário que é em Outubro, mas dia do embarque não. Pensei bem, e como eu estava em Uberlândia, aproveitando o colo da mamãe, decidi que sairia de Brasília. Seria até bom que faria uma ótima visita a pessoas que estão em meu coração.

domingo, 18 de março de 2012

Onde tudo começou.

Tudo começou

Obrigado Mãe, tentei dar valor ao seu sonho, sua luta. Diploma na minha mão, sorrisos, formatura. Quero ser seu orgulho, diretor de empresa, ser sempre feliz e espantar a tristeza. Não quero lágrimas no rosto e jamais deixarei a panela sem almoço, ou a laje cheia de goteira. Você juntava a aposentadoria e fazia muitas despesas. Eu estudava e ia pro bar, jogava bilhar, bebia conhaque e cerveja. Vários natais você sozinha e eu na balada.

Obrigado mãe pela chance de crescer, amadurecer, e quem sabe enriquecer. Obrigado mãe por tantas noites em claro sem dormir (isso é comum pra ela). Obrigado mãe quero te fazer sorrir. Só nos resta rir, chorar e curtir nossa saudade.

Quantas vezes veio me visitar, comprava bolacha, miojo e carne de soja. Vinha de madrugada, com mala pesada. No telefone me aconselhando, pedindo por minha sorte. Hoje só sou alguém por você, com certeza. A heroína que pega busão todo dia. Me deu comida na boca, sempre comprou todos os remédios. Sonhou com um emprego e hoje digo que consegui.

Não agradeço somente a ela, mas também a tanta gente que nestes 4 anos conheci, aprendi a ama-los. Agradeço a ti, pai, por todo amor que sempre deu a todos nós e pelo grande exemplo de um grande trabalhador que é. Obrigado pai por todo trabalho e gastos para nos ajudar em tudo. Obrigado pai pelas pedras da pedreira. Obrigado pai.

Agradeço também a minha tia Zizina, por ter me aguentado 2 anos e por sempre estar ali quando eu precisava, por amar e cuidar de todos. A Tia Dodora, por todas as tortas que até hoje são feitas somente para mim, Ester. Pelos conselhos e toda a ajuda que vocês me deram. Na verdade, pra mim, não são mais tias e sim, segundas mães, inclui claro, você tia Olga e seus puxões de orelhas.

Nunca esqueceria de vocês, meus irmãos. O Arnaldo, doido de pedra, mas o homem mais honesto e com o melhor coração do mundo. A Stella, sem juízo de tudo, mas que se revelou ótima mãe. Neste período, infelizmente, um de meus irmãos se foi, aprendi a ama-lo e respeitá-lo, aprendi que tudo no mundo devemos viver tudo no momento que quiser e que amar mesmo que seja de uma maneira meio diferente é valido. Ao Gui que sempre estará aqui em meu coração. A Clarisse, Alice, Ester, Ana Elisa e Cecilia que dividiram um período difícil, de grandes turbulências, sabem que são como irmãs... literalmente irmãs que eu cuidarei de vcs quando e onde precisarem. Com todo amor soubemos superar.

Priscilla, você apareceu em minha vida para mudar tudo. Para deixar-me em paz e saber para onde ir e quando ir. Tu tomou meu coração tão rapidamente que não tive escolhe, somente me entreguei. Sou muito feliz por ter te encontrado. Te amo de verdade.

Pedro e Lucas, amo vocês como meus filhos. Quando olho para o futuro, vejo vocês, em suas formaturas, com suas vidas, com seus amigos e com esta felicidade que sinto em meu peito.

No entanto, reservo este espaço final para dizer. Yasmin, toda minha vida é e sempre será para buscar a tua felicidade. Amor igual ao que sinto por você não existe igual.



Hoje, estou na Irlanda. Graças a essas pessoas que me amam que sempre vão orar por mim.